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Jorge Caetano

Obra · Livro

Quando a Vida Quebrou

O que permanece depois da queda.

Ano
2026
Tipo
Livro
Estado
Em produção
Capa de Quando a Vida Quebrou

Sobre o livro

Em uma madrugada de junho de 2024, eu saí de uma festa depois de beber, peguei o carro e entrei numa ponte em alta velocidade. Não vi o caminhão.

Sobrevivi com a bacia quebrada, a bexiga reconstruída e um corpo que não obedecia mais. Aos 43 anos, precisei de ajuda para levantar da cama, comer e tomar banho.

Durante vinte anos, meu trabalho foi impedir que as coisas caíssem. Naquela madrugada, quem caiu fui eu.

Este livro não é sobre a dor. É sobre o que permanece quando tudo quebra: o que sobra de um homem quando o cargo, o corpo e a imagem de quem dá conta de tudo deixam de existir.

Uma história de escolhas, consequências, dependência e recomeço, contada sem fórmulas prontas e sem vitórias rápidas. É também sobre a fé que sobreviveu à queda.

Eu não voltei a ser o Jorge de antes de 8 de junho de 2024. Talvez essa tenha sido a parte mais bonita da reconstrução.

Um trecho

Das primeiras páginas, em "Antes de começar":

Passei vinte anos da minha vida profissional tentando impedir que as coisas caíssem. Trabalho com tecnologia desde 2004. Fiz parte de centrais de comando que acompanhavam sistemas de grandes empresas dia e noite. Conduzi crises. Nos últimos anos, atuei como engenheiro de confiabilidade, o profissional que vive antecipando falhas, identificando riscos e garantindo que nada entre em colapso.

No dia 8 de junho de 2024, quem entrou em colapso fui eu.

Como o livro é organizado

Um prólogo, cinco partes e um epílogo. Entre elas, três interlúdios — as canções que nasceram durante a escrita.

  • Antes da queda — a herança, a rotina, o que eu usava para não sentir, os alertas silenciados
  • A queda — a volta para casa, quem parou, quarenta e três anos, livramento
  • A reconstrução — precisar de gente, milímetros, quando parei de negociar
  • Uma vida nova — ponto de encontro, gente, as canções, a Daniela, família de novo
  • O que permanece — o que ainda não está resolvido, o que a dor não explica, hoje

O livro termina com dez perguntas para quem quiser ir além, sozinho ou em grupo.

As canções

Três canções foram escritas durante o livro e são gravadas junto com ele: "Todas as canções", "Razão de tudo" e "Ele é". Estão impressas como interlúdios, cada uma depois do capítulo que a antecede.

Não contam o acidente. São a resposta a ele.

Estado

Em escrita. Quando estiver publicado, os links de onde comprar — físico, e-book e Kindle — aparecem aqui.

O texto integral não fica no site: o site é a página da obra, não substituto dela.

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